A juíza Eveline Zanoni de Andrade, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), rejeitou o pedido de exame de insanidade mental solicitado pelo advogado Alexandre de Aquino, responsável pela defesa de Diego de Souza. O réu confessou ter assassinado a própria filha de 3 anos, em Londrina, e também ter atirado contra a ex-esposa, Cristina Neres de Sá.
“O pedido de instauração de incidente mental não comporta deferimento, posto que não há, neste momento pelo Juízo, dúvida sobre a integridade mental do autuado, razão pela qual indefiro”, afirmou a magistrada em sua decisão. A defesa de Diego informou que pretende recorrer da decisão e anunciou que solicitará atendimento psiquiátrico no plantão judicial.
A juíza Eveline Zanoni de Andrade, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), negou o pedido para exame de insanidade mental feito pelo advogado Alexandre de Aquino, responsável pela defesa de Diego de Souza. Diego confessou ter assassinado a própria filha, Ayla Neres, de 3 anos, em Londrina, e atirado contra a ex-esposa, Cristina Neres de Sá.
“O pedido de instauração de incidente mental não comporta deferimento, posto que não há, neste
momento pelo Juízo, dúvida sobre a integridade mental do autuado, razão pela qual indefiro”, disse a juíza em decisão. A defesa do suspeito argumentou que vai entrar com recurso e que vai solicitar atendimento psiquiátrico no plantão judicial.
Ainda no documento, a juíza negou o pedido de restituição de veículo no qual o corpo da pequena Ayla foi encontrado, após ser abandonado pelo pai. Na audiência de custódia de Diego de Souza, a Justiça converteu a prisão em flagrante para prisão preventiva, para garantia da ordem pública.
Com a cabeça enfaixada após ter sido atingida por tiros, a mãe deu detalhes do dia do crime e do relacionamento da filha com o pai. “Ela sempre gostou muito, sempre, ‘eu vou pra casa do papai’, sempre ficou muito feliz com ele. Ele sempre me mandou mensagem falando ‘ela gosta muito de ficar aqui’, ficava com a mãe dele, sempre sob os cuidados dela”.
No entanto, conforme a mãe de Ayla, Diego já estava com o crime premeditado. “Ele abaixou o vidro do lado dela (filha), ela olhou pra mim e falou: ‘mamãe’, eu disse ‘filha que saudade’, ele já virou e atirou. Estava com tudo premeditado”.
“Ela foi criada para amar estar com ele. Eu ensinei minha filha a amar um monstro”, disse Cristina durante o velório.
“Ensinei minha filha a amar um monstro”, diz mãe de criança morta pelo pai

fonte: ALVORADA NEWS ; RIC MAIS