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Às vésperas de um ano do crime, Polícia Civil reafirma prioridade na investigação do quádruplo homicídio em Icaraíma

Instituição destaca a complexidade do caso, diz que não há novos fatos para divulgação e garante que segue empenhada na responsabilização de todos os envolvidos

Por Noroeste Online
04/08/2026 17:58
Atualizado há 1 mês

Na tarde desta terça-feira (4), véspera de completar um ano do quádruplo homicídio registrado na zona rural de Icaraíma, a Polícia Civil do Paraná (PCPR) divulgou uma nota oficial reafirmando que a completa elucidação do crime e a responsabilização criminal de todos os envolvidos continuam sendo prioridade absoluta da instituição.

O crime ocorreu em 5 de agosto de 2025 e vitimou Alencar Gonçalves de Souza Giron, Diego Henrique Affonso, Rafael Juliano Marascalchi e Robishley Hirnani de Oliveira. Além das execuções, os autores ocultaram os corpos das vítimas e o veículo utilizado por elas em compartimentos subterrâneos clandestinos, em uma ação que, segundo a Polícia Civil, foi marcada por elevado grau de planejamento e organização.

Na nota, a PCPR presta solidariedade aos familiares e amigos das vítimas e destaca que, desde o desaparecimento do grupo, a investigação passou a ser conduzida com máxima prioridade devido à sua elevada complexidade e aos indícios de atuação de uma organização criminosa estruturada, com divisão de tarefas e influência na região.

Ao longo dos últimos 12 meses, a investigação contou com a participação de diversas forças de segurança, entre elas o Grupo TIGRE, equipes especializadas da Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Científica, Corpo de Bombeiros Militar, Força Nacional de Segurança Pública e órgãos de segurança do Estado de São Paulo.

Segundo a corporação, foram realizadas centenas de diligências, incluindo buscas em áreas rurais, perícias técnicas, análises balísticas, exames em dispositivos eletrônicos, quebras de sigilo autorizadas pela Justiça, análises telemáticas e oitivas de dezenas de testemunhas, formando um robusto conjunto de provas que continua sendo analisado.

Apesar do avanço das investigações, a Polícia Civil informou que, até o momento, não há fatos novos passíveis de divulgação pública que alterem as informações já repassadas oficialmente sobre o caso.

No encerramento da nota, a PCPR reforça que continuará empregando todos os recursos legais, técnicos e científicos disponíveis para esclarecer completamente o crime e responsabilizar todos aqueles que participaram da ação criminosa, independentemente do poder econômico, influência ou estrutura da organização investigada.

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